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Deus é Fiel - João Victor
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
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Marilia Mello - Tua Graça
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Escravos do pecado: Pecar é destruir o próprio ser e caminhar para o nada
O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado: “Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (§ 1488).
São palavras fortíssimas, pois mostram que não há nada pior do que o pecado. Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade: “O pecado está presente na história dos homens: seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes” (CIC, §386).
Deus disse a Santa Catarina de Sena, em 'O Diálogo':
”O pecado priva o homem de Mim, Sumo Bem, ao tirar-lhe a graça”. São Paulo, numa frase lapidar, explica toda a hediondez do pecado e razão de todos os sofrimentos deste mundo: “O salário do pecado é a morte” (Rom 6,23).
Tudo o que há de mal na história do homem e do mundo é consequência do pecado que começou com Adão. “Por meio de um só homem, o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rom 5,12). O Catecismo ensina que: “A morte corporal, à qual o homem teria sido subtraído se não tivesse pecado (GS,18), é assim o último inimigo do homem a ser vencido” (1Cor 15, 26).
Santo Agostinho dizia que: "É desígnio de Deus que toda alma desregrada seja para si mesma o seu castigo”, e acrescentava: “O homem se faz réu do pecado no mesmo momento em que decide cometê-lo.” Sintetizava tudo dizendo que “pecar é destruir o próprio ser e caminhar para o nada”. Ele dizia de si mesmo nas confissões: “Eu pecava, porque em vez de procurar em Deus os prazeres, as grandezas e as verdades, procurava-os nas suas criaturas: em mim e nos outros. Por isso precipitava-me na dor, na confusão e no erro.”
Toda a razão de ser da Encarnação do Verbo foi para destruir, na sua carne, a escravidão do pecado. “Como imperou o pecado na morte, assim também imperou a graça por meio da justiça, para a vida eterna, através de Jesus Cristo, nosso Senhor”. (Rom 5,21)
O demônio escraviza a humanidade com a corrente do pecado, mas Jesus vem exatamente para quebrá-la. São João deixa bem claro na sua carta: “Sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados” (1Jo 3,5). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou, para destruir as obras do diabo” (1 Jo 3,8). Essa “obra do diabo” é exatamente o pecado, que nos separa da intimidade e da comunhão com Deus e nos rouba a vida bem-aventurada.
Com a Sua Morte e Ressurreição triunfante, Jesus nos libertou das cadeias do pecado e, por Sua graça, podemos agora viver uma nova vida. É o que São Paulo nos ensina na Carta aos Colossenses: “Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus” (Col 3,1). Aos romanos ele garante: “Já não pesa mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. A Lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te libertou da lei do pecado e da morte” (Rom 8,1).
Aos gálatas o apóstolo diz: “É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão” (Gal 5,1). A vitória contra o pecado custou a vida do Cordeiro de Deus. São João Batista, o precursor, aquele que foi encarregado por Deus para apresentar ao mundo o Seu Filho, podia fazê-lo de muitas formas: “Ele é o Filho de Deus”, ou, “Ele é o esperado das nações”, como diziam; ou ainda: “Ele é o Santo de Israel”, ou quem sabe: “Eis aqui o mais belo dos filhos dos homens”, etc.; mas, em vez de usar essas expressões que designavam o Messias que haveria de vir, João preferiu dizer: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29).
Aqueles que querem dar outro sentido à vida de Jesus, que não o d'Aquele que “tira o pecado do mundo”, esvaziam a Sua Pessoa, a Sua missão e a missão da Igreja. A partir daí, a fé é esvaziada e toda a “sã doutrina” (1Tm4,6) é pervertida. Eis o perigo da “teologia da libertação”, que exigiu a intervenção direta da Santa Sé e do próprio Papa João Paulo II, pois, na sua essência, esta “teologia” substitui o Cristo Redentor do pecado por um Cristo apenas libertador dos males sociais e terrenos, reinterpreta o Evangelho e o Cristianismo dentro de uma exegese e de uma hermenêutica que não é aceita pelo Magistério da Igreja.
Assim como a missão de Cristo foi libertar o homem do pecado, a missão da Igreja, que é o Seu Corpo místico, a Sua continuação na história, é também a de libertar a humanidade do pecado e levá-la à santificação. Fora disso, a Igreja se esvazia e não cumpre a missão dada pelo Senhor. "Jesus" quer dizer, em hebraico, “Deus salva”. Salva dos pecados e da morte. Na anunciação, o anjo disse a Maria: "… lhe porás o nome de Jesus" (Lc 1,31).
A José, o mesmo anjo disse: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1,21). A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2, 7), Ele enviou o Seu Filho para salvar o Seu povo dos pecados. “Foi Ele quem nos amou e nos enviou Seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (1Jo 4,10). “Este apareceu para tirar os pecados “ (1Jo 3,5).
Isto mostra que a grande missão de Jesus era, de fato, “tirar o pecado do mundo”, e Ele não teve dúvida de chegar até a morte trágica para isto. Agora, Vivo e Ressuscitado, Vencedor do pecado e da morte, pelo ministério da Igreja, dá o perdão a todos os homens. Jesus disse aos apóstolos na Última Ceia: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14,15). Guardar os mandamentos é a prova do amor por Jesus. Quem obedece aos Seus mandamentos, foge do pecado.
O grande São Basílio Magno (329-379), bispo e doutor da Igreja, ensina, em seus escritos, que há três formas de amar a Deus: a primeira é como o mercenário, que espera a retribuição; a segunda, é como escravo que obedece, por medo do chicote, o castigo de Deus; e o terceiro é o amor filial, daquele que obedece, porque, de fato, ama o Pai. É assim que devemos amar o Senhor; e, a melhor forma de amá-Lo é repudiando todo mal.
Os Dez Mandamentos são a salvaguarda contra o pecado. Por isso, o primeiro compromisso de quem almeja a santidade deve ser o compromisso de viver, na íntegra, os mandamentos. Diante da gravidade do pecado, o autor da Carta aos Hebreus chega a dizer aos cristãos: “Ainda não resististes até ao sangue na luta contra o pecado” (Hb 12,4). Nesta luta, justifica-se chegar até ao sangue, se for preciso, como Jesus o fez.
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
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OS SETE DONS DO ESPÍRITO DE DEUS
Hoje quero colocar uma instrução sobre os dons do Espírito Santo, primeiramente para que estes dons? Os dons do paráclito, são uma forma de compenetrarmos nos mistérios de Deus, e assim conhecê-lo cada vez mais por meio destes dons, e não somente isso, como também utilizando-os para o bem comum, do irmão necessitado! Os dons são para todos, não existe distinção. Todos nós, filhos de Deus, somos escolhidos para sermos dotados com os dons celestiais. E o Espírito Santo revela todas as verdades sobre os mistérios de Deus! Conheça, e aprenda.
Deus abençoe.
SABEDORIA: Pelo dom da sabedoria buscamos não a sabedoria do mundo, mas aquela Verdade que se identifica com o Sumo Bem e que nos torna felizes, porque nos enche de alegria o coração, como disse Jesus: Quando fordes presos, não vos preocupeis nem com a maneira com que haveis de falar, nem pelo que haveis de dizer. Porque não sereis vós quem falareis, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós (Mt 10,19-20).
ENTENDIMENTO: É o dom divino pelo qual aceitamos as verdades reveladas por Deus. Mesmo não compreendendo todo o Mistério, entendemos que ali está a certeza de nossa salvação porque é verdade que procede de Deus infalível. Disse Deus pelo profeta: Eu vos darei um coração capaz de conhecer-me, e de saber que sou Eu o Senhor. Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus, porque de todo o coração se voltarão para mim (Jr 24,7).
CONSELHO: É a luz que o Espírito nos dá para distinguir-mos o certo do errado, o verdadeiro do falso, e assim orientarmos acertadamente a nossa vida e a de quem nos pede conselho. Sobre Jesus repousou o Espírito Santo, e lhe deu em plenitude esse dom, como havia profetizado Isaías: Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouvir dizer, mas julgará os fracos com eqüidade e fará justiça aos pobres da terra . . . (Is 11,3-4).
FORTALEZA: É o dom da coragem para se viver fielmente a fé no dia-a-dia, e até diante do martírio se for preciso. Assim disse o Espírito à Igreja de Esmirna: Nada temas ante o que hás de sofrer. Por estes dias o demônio vai lançar alguns de vós na prisão, para pôr-vos à prova. Tereis tribulações durante algum tempo. Sê fiel até à morte, e te darei a coroa da vida (Ap 2,10).
CIÊNCIA: Não é a ciência do mundo, mas a ciência de Deus. A Verdade que é Vida. Por esse dom o Espírito Santo nos indica o caminho a seguir na realização de nossa vocação, pois o Espírito penetra tudo, mesmo as profundezas de Deus . . . As coisas de Deus ninguém as conhece a não ser o Espírito de Deus (1 Cor 2,10-11).
PIEDADE: É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. Por ser o Amor do Pai e do Filho, o Espírito Santo nos dá o sabor das coisas de Deus. São Paulo escreveu: A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vocês permaneçam na ignorância. Vocês bem sabem que, quando vocês eram pagãos, eram facilmente atraídos para os ídolos mudos. Por isso eu lhes declaro: todo aquele que é agora conduzido pelo Espírito de Deus não pode blasfemar contra Jesus. Bem como ninguém poderá dizer convictamente Jesus é o Senhor, a não ser movido pelo Espírito Santo (1 Cor 12,1-3).
TEMOR DE DEUS: Este dom do Espírito Santo não significa medo de Deus, mas um amor tão grande que queima o coração de respeito por Deus. Não é um pavor pela justiça divina, mas o receio de ofender ou de desagradar a Deus. Por isso Jesus teve sempre o cuidado de fazer em tudo a vontade de seu Pai, como Isaías havia profetizado: Sobre Ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento. Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor do Senhor (Is 11,2).
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terça-feira, 10 de julho de 2012
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Uma ferida aberta leva tempo para cicatrizar. Aberta muitas vezes pelo descuido dos atos, ela precisa do tempo sagrado para que a cura aconteça. Embora o tempo cure as marcas da cicatriz, ela continua a nos mostrar algo que foi ferido nos tempos de outrora. A dor não mais sentida é a certeza de que o passado já não mais pertence ao presente. Fica somente a marca de uma parte da história que muitas vezes foi convertida em aprendizado.
Há despedidas que se tornam feridas abertas na alma. A dor da saudade de quem se foi cria fendas sem fim em muitos corações que ainda esperam o regresso de um adeus que não mais tem volta. O tempo da saudade se eterniza em cicatrizes que nem mesmo o tempo consegue apagar. Quem fica sempre espera a regresso de um abraço que nunca foi permitido ou o sorriso que não mais poderá ser contemplado.
As estações da vida surgem em tardes de outono e se escondem em noites de lágrimas. Há noites que não se veem estrelas porque a luz das esperanças foi apagada das estrelas da Fé. Saudade não reconciliada é dor sem nome, é silêncio banhado por um oceano de lágrimas, é uma manhã sem sol em dias quase sempre nublados. Quem nunca se despediu de quem um dia partiu, jamais deixará a estação da dor ir embora de sua alma.
Na saudade de quem fica apenas a certeza de muitas esperas. Dias longos e segundos sem fim. Foi assim que muitos deixaram a sua alegria ir nas bagagens de quem se foi. Se o coração não se reconcilia com a despedida dos outonos do presente, o futuro sempre será uma triste espera nos bancos de velhos tempos de carências não cicatrizadas.Saudade dolorida é ferida aberta aberta no tempo não reconciliado consigo mesmo. O medo de dizer adeus nos prende sempre em um passado que não mais existe, mas mesmo assim se faz presente em futuros sombrios.
O remédio que cura a ferida da saudade é a reconciliação com a própria dor que ainda grita no coração de quem ainda não aceitou o peso das despedidas da vida. Na saudade cicatrizada fica apenas a certeza de quem um dia a vida será plena junto de Deus. No Altar da Vida Jesus pediu que a samaritana se despedisse de um passado de incertezas, e que no Seu amor acolhesse a certeza de novos tempos. Diante da despedida e do amor que agora seria a água que saciaria todas as suas sedes, ela abandonou o cântaro velhos outonos para viver as estações de uma nova primavera junto a Fonte de uma nova vida.
No amor de Cristo reconciliamos nossas esperanças com as saudades que foram embora em bagagens que não mais nos pertencem. Se a dor se faz presente, a ternura de Deus é o remédio para a cura de nossas carências que ainda insistem em germinar no solo de nossas fragilidades humanas. Jesus Cristo abraça todas as nossas carências e faz das tristes saudades de uma tarde sem fim uma manhã de novos reencontros com a vida. Somos chamados a todo instante a curar nosso coração em seu Amor. Todas as nossas tristes saudades que ainda não nos disseram adeus, são curadas e cicatrizadas no bálsamo da paz que nasce das fontes do amor de Deus.
Padre Flávio Sobreiro
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Curando as feridas. Cicatrizando saudades
Uma ferida aberta leva tempo para cicatrizar. Aberta muitas vezes pelo descuido dos atos, ela precisa do tempo sagrado para que a cura aconteça. Embora o tempo cure as marcas da cicatriz, ela continua a nos mostrar algo que foi ferido nos tempos de outrora. A dor não mais sentida é a certeza de que o passado já não mais pertence ao presente. Fica somente a marca de uma parte da história que muitas vezes foi convertida em aprendizado.
Há despedidas que se tornam feridas abertas na alma. A dor da saudade de quem se foi cria fendas sem fim em muitos corações que ainda esperam o regresso de um adeus que não mais tem volta. O tempo da saudade se eterniza em cicatrizes que nem mesmo o tempo consegue apagar. Quem fica sempre espera a regresso de um abraço que nunca foi permitido ou o sorriso que não mais poderá ser contemplado.
As estações da vida surgem em tardes de outono e se escondem em noites de lágrimas. Há noites que não se veem estrelas porque a luz das esperanças foi apagada das estrelas da Fé. Saudade não reconciliada é dor sem nome, é silêncio banhado por um oceano de lágrimas, é uma manhã sem sol em dias quase sempre nublados. Quem nunca se despediu de quem um dia partiu, jamais deixará a estação da dor ir embora de sua alma.
Na saudade de quem fica apenas a certeza de muitas esperas. Dias longos e segundos sem fim. Foi assim que muitos deixaram a sua alegria ir nas bagagens de quem se foi. Se o coração não se reconcilia com a despedida dos outonos do presente, o futuro sempre será uma triste espera nos bancos de velhos tempos de carências não cicatrizadas.Saudade dolorida é ferida aberta aberta no tempo não reconciliado consigo mesmo. O medo de dizer adeus nos prende sempre em um passado que não mais existe, mas mesmo assim se faz presente em futuros sombrios.
O remédio que cura a ferida da saudade é a reconciliação com a própria dor que ainda grita no coração de quem ainda não aceitou o peso das despedidas da vida. Na saudade cicatrizada fica apenas a certeza de quem um dia a vida será plena junto de Deus. No Altar da Vida Jesus pediu que a samaritana se despedisse de um passado de incertezas, e que no Seu amor acolhesse a certeza de novos tempos. Diante da despedida e do amor que agora seria a água que saciaria todas as suas sedes, ela abandonou o cântaro velhos outonos para viver as estações de uma nova primavera junto a Fonte de uma nova vida.
No amor de Cristo reconciliamos nossas esperanças com as saudades que foram embora em bagagens que não mais nos pertencem. Se a dor se faz presente, a ternura de Deus é o remédio para a cura de nossas carências que ainda insistem em germinar no solo de nossas fragilidades humanas. Jesus Cristo abraça todas as nossas carências e faz das tristes saudades de uma tarde sem fim uma manhã de novos reencontros com a vida. Somos chamados a todo instante a curar nosso coração em seu Amor. Todas as nossas tristes saudades que ainda não nos disseram adeus, são curadas e cicatrizadas no bálsamo da paz que nasce das fontes do amor de Deus.
Padre Flávio Sobreiro
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
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PROF. FELIPE AQUINO
Professor Felipe Aquino
Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
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O que é a “Partícula de Deus”?
O Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN) anunciou a descoberta de uma nova partícula, que pode ser o procurado Bosón de Higgs,
embora ele ainda não possa confirmar a informação com certeza
científica. Mas foi uma grande descoberta para a Física das partículas,
segundo o diretor-geral do CERN, Dr. Rolf Heuer, que ontem, dia 4 de
julho de 2012, disse que se trata de um avanço “histórico” a descoberta
dessa nova partícula consistente com o Bosón, chave para entender a
formação da massa e do Universo.
Há uma teoria, conhecida por Modelo
Padrão da Física, proposto por Einstein, que classifica as partículas
fundamentais e suas interações. Todas as partículas e interações do
Modelo Padrão já foram detectadas, exceto a partícula Bóson de Higgs. Acredita-se que este Bóson é o responsável por determinar a massa de todas as outras partículas fundamentais.
É
preciso muita energia para se determinar o Bóson, daí a necessidade de
um acelerador tão grande. Ela está no intervalo entre 115 e 200 bilhões
de elétron volts (eV) — uma unidade para medir a energia ou a massa de
partículas na Física. É uma partícula difícil de ser detectada. Se os
cientistas a encontrarem, isso quer dizer que o Modelo Padrão da Física
está correto. Mas, se ela não existe, será preciso pensar em uma forma
de explicar a natureza completamente diferente do que temos agora. Essas
pesquisas são realizadas no maior acelerador de partículas do mundo, o
“Grande Colisor de Hádrons” (Large Hadrons Colisions – LHC), um
anel de 27 quilômetros, que fica 100 m abaixo da superfície, em
Genebra, na Suíça. É a maior máquina humana já construída, custou cerca
de 10 bilhões de dólares.
Um acelerador de partículas é construído
para esmigalhar partículas atômicas, chocando umas contra as outras a
velocidade próxima a da luz. O objetivo é determinar as partículas
fundamentais da natureza, aquelas que não podem mais ser divididas. O
LHC não foi feito para se recriar as condições do Big Bang, como se
divulgou; ele criará um ambiente físico parecido com o existente logo
depois dos primeiros instantes do Big Bang.
No século XIX, o padre jesuíta George
Lamaitre, astrofísico, baseado nas descobertas da expansão do universo e
das medidas do astrofísico Hubbles, propôs o início do universo com a
teoria do Big Bang; uma grande expansão que começou, pelo cálculo dos
físicos, há 13,7 bilhões de anos. Esta é hoje a melhor explicação da
origem do universo.
O Dr. Peter HIggs, por volta de 1960,
estudando o fenômeno chegou à conclusão de que era necessário que
existisse uma partícula que ficou sendo chamada de Bóson de Higgs, a fim de explicar como, no Big Bang, surgiu a massa da matéria do universo. A detecção do Bóson de Higgs
provaria, então, a existência de um campo invisível que supostamente
permeia todo o Universo, como sendo a forma como a matéria obteve massa
depois do Big Bang. Segundo essa teoria, o Bóson foi o agente que
possibilitou o desenvolvimento das estrelas, dos planetas e da vida, ao
dar massa às partículas mais elementares. Daí o nome de “partícula de
Deus”.
Se o Big Bang ficar confirmado, pode ser
entendido como sendo o ato criador pelo qual Deus deu origem ao
universo. Isto não será uma prova da existência de Deus, nem mesmo será
para os descrentes que Ele é o criador do universo; mas, para os que
creem será algo maravilhoso, pois saberemos um pouco mais como Ele criou
tudo. Como disse o Dr. Heuer, “isto representa um avanço fenomenal em
nossa compreensão da natureza”. Além disso, a descoberta do Bóson jogará
uma luz sobre outros mistérios do Universo.
A Igreja participa de tudo isso com muito
interesse. Em 2009, houve um defeito no LHC e o Vaticano participou do
seu conserto. Houve uma parceria entre seu laboratório de astronomia, o
La Specola, e o CERN para reativar o acelerador de partículas LHC. O
cardeal Giovanni Lajolo, presidente da Pontifícia Comissão para o Estado
da Cidade do Vaticano, visitou o CERN, em Genebra, em 2009. Ele se
reuniu com o diretor-geral do centro, Rolf Heuer, e disse que “o
conhecimento sobre a origem do universo não pode deixar de interessar
também a quem lida com as relações entre a fé e a razão”. É a união
entre a ciência e a fé. (http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/06/04/e040613416.asp)
Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
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Descobertas no manto da Virgem de Guadalupe
Quer ler algo que não só te surpreenderá mas que também de transformará para sempre? Então leia o que a ciência tem descoberto no manto da Virgem de Guadalupe:
1. Estudos oftalmológicos realizados nos olhos de María tem detectado que, ao atingir a luz, a retina se contrai e, ao retirar a luz, volta a se a dilatar, exatamente como ocorre em um olho vivo.
2. A temperatura da fibra de maguey(tipo de planta do México ) da qual foi feita a Tilma(tecido indígena) mantem uma temperatura constante de 36.6 graus, a mesma que no corpo de uma pessoa viva.
3. Um dos médicos que analizou a Tilma colocou seu estetoscopio debaixo da fita que Maria tem (sinal de que esta grávida) e escutou batidos que se repetem ritmamente em 115 pulsações por minuto, igual que em um bebê no ventre materno.
4. Não se tem descoberto nenhum traço de pintura na tela. Na verdade, a uma distancia de 10 centímetros da imagem, só se vê a tela de maguey crua: as cores desaparecem. Estudos científicos fracassaram em descobrir a origem da coloracão que forma a imagem, nem a forma em que a mesma foi pintada. Não se detectam rastros de pinceladas nem de outra técnica de pintura conhecida. Os cientístas da NASA afirmaram que o material do qual origina as cores não é de nenhum dos elementos conhecidos da Terra..
5. Foi colocado um feixe de laser lateralmente sobre a tela, detectando-se que a coloracão da mesma não está nem na parte da frente nem na de trás, mas as cores flutuam a uma distância média de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem toca-lo. As cores flutuam no ar, sobre a superfície da Tilma.
Isso te surpreende? Então se surpreenda um pouco mais com estes outros achados:
6. A fibra de maguey que constitui a tela da imagem, não dura mais que 20 ou 30 anos. Há varios séculos pintaram uma réplica da imagem em uma tela de fibra de maguey similar, e a mesma se desintegrou despois de varias décadas. No entanto, já faz quase 500 anos do milagre, e a imagem de Maria segue tão firme como no primeiro dia. A ciência não explica a origem da incorruptibilidade da tela.
7 No ano de 1791 caiu acidentalmente ácido muriático no lado superior direito da tela. Em 30 dias, sem tratamento algum, se reconstituiu milagrosamente o tecido.
8. As estrelas visíveis no manto de Maria refletem exatamente a configuração e posição que o céu do México apresentava no dia em que se produziu o milagre.
9. No início do século XX, um homem escondeu uma bomba de alta potência num arranjo de flores, o qual colocou aos pés da Tilma. A explosão destruiu tudo ao redor, menos a Tilma, que permaneceu em perfeito estado de conservacão.
10. A ciência descobriu que os olhos de Maria tem os três efeitos de refração da imagem em um olho humano.
11. Nos olhos de María (de apenas 7 e 8 mm) descobriram pequenas imagens humanas, que nenhum artista poderia pintar. São duas cenas e as duas se repetem em ambos os olhos. A imagem do bispo Zumárraga nos olhos de María foi alargada através de tecnología digital, revelando que em seus olhos está retratada a imagen do indio Juan Diego, abrindo sua Tilma frente ao bispo.
O tamanho desta imagem?. A quarta parte de um milionésimo de milímetro. É evidente que todos estes fatos inexplicaveis nos foram dados
por uma razão: Queriam atrair nossa atencão. Atrairam a sua? Para finalizar considere mais três fatos:
1."Guadalupe" significa no idioma indígena: “esmaga a cabeça da serpente".
Exatamente o evangelho em Gênesis 3:15: María, vencedora do maligno.
2. A imagem é una pintura tal e como a detalhada em Apocalipse 12: "apareceu no céu um grande sinal, uma mulher revestida do sol, com a lua debaixo de seus pés"
3. A Virgem tem uma fita em seu ventre, está “grávida" para indicar que Deus queria que Jesus nascesse na América, no coração de cada Americano.
Autor:
Yebi_10 [arroba] hotmail.com
Leia mais sobre o assunto:
http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?idmat=78F44B7B-3048-560B-1C0E887EA3F01DB6&mes=Janeiro2006
http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com/2008/10/virgem-de-guadalupedesafio-cincia.html
1. Estudos oftalmológicos realizados nos olhos de María tem detectado que, ao atingir a luz, a retina se contrai e, ao retirar a luz, volta a se a dilatar, exatamente como ocorre em um olho vivo.
3. Um dos médicos que analizou a Tilma colocou seu estetoscopio debaixo da fita que Maria tem (sinal de que esta grávida) e escutou batidos que se repetem ritmamente em 115 pulsações por minuto, igual que em um bebê no ventre materno.
4. Não se tem descoberto nenhum traço de pintura na tela. Na verdade, a uma distancia de 10 centímetros da imagem, só se vê a tela de maguey crua: as cores desaparecem. Estudos científicos fracassaram em descobrir a origem da coloracão que forma a imagem, nem a forma em que a mesma foi pintada. Não se detectam rastros de pinceladas nem de outra técnica de pintura conhecida. Os cientístas da NASA afirmaram que o material do qual origina as cores não é de nenhum dos elementos conhecidos da Terra..
5. Foi colocado um feixe de laser lateralmente sobre a tela, detectando-se que a coloracão da mesma não está nem na parte da frente nem na de trás, mas as cores flutuam a uma distância média de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem toca-lo. As cores flutuam no ar, sobre a superfície da Tilma.
Isso te surpreende? Então se surpreenda um pouco mais com estes outros achados:
6. A fibra de maguey que constitui a tela da imagem, não dura mais que 20 ou 30 anos. Há varios séculos pintaram uma réplica da imagem em uma tela de fibra de maguey similar, e a mesma se desintegrou despois de varias décadas. No entanto, já faz quase 500 anos do milagre, e a imagem de Maria segue tão firme como no primeiro dia. A ciência não explica a origem da incorruptibilidade da tela.
10. A ciência descobriu que os olhos de Maria tem os três efeitos de refração da imagem em um olho humano.
11. Nos olhos de María (de apenas 7 e 8 mm) descobriram pequenas imagens humanas, que nenhum artista poderia pintar. São duas cenas e as duas se repetem em ambos os olhos. A imagem do bispo Zumárraga nos olhos de María foi alargada através de tecnología digital, revelando que em seus olhos está retratada a imagen do indio Juan Diego, abrindo sua Tilma frente ao bispo.
O tamanho desta imagem?. A quarta parte de um milionésimo de milímetro. É evidente que todos estes fatos inexplicaveis nos foram dados
por uma razão: Queriam atrair nossa atencão. Atrairam a sua? Para finalizar considere mais três fatos:
1."Guadalupe" significa no idioma indígena: “esmaga a cabeça da serpente".
Exatamente o evangelho em Gênesis 3:15: María, vencedora do maligno.
3. A Virgem tem uma fita em seu ventre, está “grávida" para indicar que Deus queria que Jesus nascesse na América, no coração de cada Americano.
Autor:
Yebi_10 [arroba] hotmail.com
Leia mais sobre o assunto:
http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?idmat=78F44B7B-3048-560B-1C0E887EA3F01DB6&mes=Janeiro2006
http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com/2008/10/virgem-de-guadalupedesafio-cincia.html
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
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19:14
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BLOG QUE SURGIU PARA DIVULGAR O LANÇAMENTO DO LIVRO, COM O MESMO TÍTULO.
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Visitem este blog: ALTAR DA ESPERANÇA!
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
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Vídeo Perfeito! Muito Bonito!
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segunda-feira, 19 de março de 2012
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12:40
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Pense Nisso: Madre Teresa de Calcutá
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
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15:40
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JOANA D'ARC
FAÇA O DOWNLOAD DO FILME JOANA D'ARC
CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD
O ano é 1429. A França está em convulsão política e religiosa, com os membros da família real em luta pelo domínio do trono. Mas uma camponesa de uma aldeia remota dá ao seu país o milagre que ele estava procurando. Mila Jojovich (O Quinto Elemento) é Joana D'arc, uma jovem que inspira e lidera seus conterrâneios até sua execução aos 19 anos. Criada em uma família religiosa, Joana testemunha o estupro e morte da irmã pelas mãoes de um exército invasor. Anos depois de , com a guerra ainda em curso, Joana vai até seu rei levando uma mensagem que ela atribui a Deus: dar-lhe um exército e, em nome
de Deus, ela reclamará o seu reino de volta.Mas seria uma mensagem real ou delírio de uma garota traumatizada? Este emocionante épico de Luc Besson (O Quinto Elemento) explora a vida de Joana D'Arc, suas impressionantes vitórias, o relacionamento com Deus e a trpagica morte. Cor-estrelando John Malkovich e os vencedores do Oscar Dustin Hoffman e Faye Dunaway, JOANA D'ARC é uma visão moderna de uma santa medieval que cativa as pessoas até hoje.
DOWNLOAD DO FILME JOANA D'ARC
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O ano é 1429. A França está em convulsão política e religiosa, com os membros da família real em luta pelo domínio do trono. Mas uma camponesa de uma aldeia remota dá ao seu país o milagre que ele estava procurando. Mila Jojovich (O Quinto Elemento) é Joana D'arc, uma jovem que inspira e lidera seus conterrâneios até sua execução aos 19 anos. Criada em uma família religiosa, Joana testemunha o estupro e morte da irmã pelas mãoes de um exército invasor. Anos depois de , com a guerra ainda em curso, Joana vai até seu rei levando uma mensagem que ela atribui a Deus: dar-lhe um exército e, em nome
de Deus, ela reclamará o seu reino de volta.Mas seria uma mensagem real ou delírio de uma garota traumatizada? Este emocionante épico de Luc Besson (O Quinto Elemento) explora a vida de Joana D'Arc, suas impressionantes vitórias, o relacionamento com Deus e a trpagica morte. Cor-estrelando John Malkovich e os vencedores do Oscar Dustin Hoffman e Faye Dunaway, JOANA D'ARC é uma visão moderna de uma santa medieval que cativa as pessoas até hoje.
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SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Download do Filme da vida de SÃO FRANCISCO DE ASSIS
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PADRE,
PE.,
Pietrelcina,
PIO
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Deus não quer o mal,
mas se o permite é por um bem maior
Deus não quer o mal, mas se o permite é por um bem maior, diz Papa
Escrito por Elbson
No Angelus deste domingo, 7, o Papa Bento XVI convidou os fiéis presentes na praça São Pedro, no Vaticano, a refletirem sobre os sofrimentos que acontecem em nossas vidas, e explicou que não trata-se de uma punição divina. "As desventuras, os acontecimentos funestos não devem ser para nós motivo de curiosidade ou de busca dos culpados, mas sim uma ocasião para refletir, para vencer a ilusão de poder viver sem Deus e para reforçar, com a ajuda do Senhor, nosso empenho em mudar de vida”, disse.
Refletindo sobre a liturgia deste domingo, o Papa destaca que, “perante a apressada conclusão de considerar o mal como efeito da punição divina, Jesus restitui a verdadeira imagem de Deus que é bom e não pode querer o mal, advertindo sobre a tendência a pensar que as desgraças são o efeito imediato de culpas daqueles a quem acontecem”.
“Diante de sofrimentos e de lutos, a autêntica sabedoria é deixar-se interpelar pela precariedade da existência e ler a história humana com os olhos de Deus, o qual, querendo sempre e exclusivamente o bem de seus filhos – por um desígnio insondável do seu amor – certas vezes permite que sejam provados pela dor, para conduzi-los a um bem maior”.
O Papa assegurou aos fiéis que “diante do pecado, Deus se revela misericordioso e não cessa de chamar de novo os pecadores a evitarem o mal, a crescerem em seu amor e a ajudarem concretamente o pobre desamparado, para viver a alegria da graça e não ir ao encontro da morte eterna. Mas a possibilidade de conversão exige que aprendamos a ler os fatos da vida na perspectiva da fé, isto é, animados pelo santo temor de Deus"
No Angelus deste domingo, 7, o Papa Bento XVI convidou os fiéis presentes na praça São Pedro, no Vaticano, a refletirem sobre os sofrimentos que acontecem em nossas vidas, e explicou que não trata-se de uma punição divina. "As desventuras, os acontecimentos funestos não devem ser para nós motivo de curiosidade ou de busca dos culpados, mas sim uma ocasião para refletir, para vencer a ilusão de poder viver sem Deus e para reforçar, com a ajuda do Senhor, nosso empenho em mudar de vida”, disse.
Refletindo sobre a liturgia deste domingo, o Papa destaca que, “perante a apressada conclusão de considerar o mal como efeito da punição divina, Jesus restitui a verdadeira imagem de Deus que é bom e não pode querer o mal, advertindo sobre a tendência a pensar que as desgraças são o efeito imediato de culpas daqueles a quem acontecem”.
“Diante de sofrimentos e de lutos, a autêntica sabedoria é deixar-se interpelar pela precariedade da existência e ler a história humana com os olhos de Deus, o qual, querendo sempre e exclusivamente o bem de seus filhos – por um desígnio insondável do seu amor – certas vezes permite que sejam provados pela dor, para conduzi-los a um bem maior”.
O Papa assegurou aos fiéis que “diante do pecado, Deus se revela misericordioso e não cessa de chamar de novo os pecadores a evitarem o mal, a crescerem em seu amor e a ajudarem concretamente o pobre desamparado, para viver a alegria da graça e não ir ao encontro da morte eterna. Mas a possibilidade de conversão exige que aprendamos a ler os fatos da vida na perspectiva da fé, isto é, animados pelo santo temor de Deus"
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
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17:25
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Benefícios do Perdão,
Dom Genival Saraiva,
perdão
Benefícios do Perdão
Perdoar é uma das atitudes mais difíceis na vida de milhares de pessoas. O fato de alguém pedir perdão a outrem equivale a dizer que reconhece seu erro e sua culpa, por isso, vai ao encontro de quem foi, efetivamente, atingido por sentimentos, palavras e atos que feriram a sua dignidade. O fato de alguém perdoar significa dizer que reconhece sinceridade no arrependimento daquele que vai ao seu encontro, com a disposição de mudar de atitude.
A Revista Veja, em sua edição de 28 de Julho passado, tem como “matéria de capa” o perdão, mais precisamente, “O poder do perdão”. Não deixa de ser, deveras, significativo o fato de estarem a ciência e a midia tratando de um assunto que, por certo, na mente da maioria das pessoas tinha lugar apenas no mundo das religiões e na prática de seus seguidores. O enfoque desse assunto na relação interpessoal e institucional, numa visão psicológica, filosófica, sociológica e política, com sua referência à face do perdão, biblicamente revelada, representa uma contribuição muito especial para a compreensão da necessidade de superação das linhas cruzadas e da eliminação das rupturas que se estabeleceram nas relações humanas, por numerosos motivos. Na matéria, encontram-se depoimentos de pessoas, empresários e governantes que tiveram a capacidade de perdoar ou se mantiveram fechados em relação ao perdão. Segundo um professor da Universidade de Boston, o pedido de perdão contém “três passos básicos par obter perdão. Primeiro, deve-se assumir a responsabilidade pelo erro. Segundo, é preciso repudiar claramente esse erro, mostrando que não se pretende repeti-lo. Terceiro, deve-se exprimir o arrependimento pela dor causada ao próximo.” O que é hoje descoberta da pesquisa e conquista da ciência, o Catecismo da Igreja já o proclama, há milênios, ao apresentar as exigências para que o fiel, ao recorrer ao Sacramento da Penitência, obtenha o perdão dos pecados cometidos contra Deus e contra o próximo. Com efeito, para que esse Sacramento produza seus efeitos, exigem-se atitudes que levem o penitente à mudança de vida e à reconciliação: Contrição (reconhecimento dos pecados); Confissão (revelação, perante o confessor, desses pecados, “por pensamentos, palavras e obras”); Absolvição (recepção da perdão dos pecados confessados); Satisfação (reparação dos pecados cometidos, não os repetindo, deliberadamente). Como penitência, o confessor impõe uma pena ao penitente, correspondente, “na medida do possivel, à gravidade e à natureza dos pecados cometidos.”
Escrito por Dom Genival Saraiva
A Revista Veja, em sua edição de 28 de Julho passado, tem como “matéria de capa” o perdão, mais precisamente, “O poder do perdão”. Não deixa de ser, deveras, significativo o fato de estarem a ciência e a midia tratando de um assunto que, por certo, na mente da maioria das pessoas tinha lugar apenas no mundo das religiões e na prática de seus seguidores. O enfoque desse assunto na relação interpessoal e institucional, numa visão psicológica, filosófica, sociológica e política, com sua referência à face do perdão, biblicamente revelada, representa uma contribuição muito especial para a compreensão da necessidade de superação das linhas cruzadas e da eliminação das rupturas que se estabeleceram nas relações humanas, por numerosos motivos. Na matéria, encontram-se depoimentos de pessoas, empresários e governantes que tiveram a capacidade de perdoar ou se mantiveram fechados em relação ao perdão. Segundo um professor da Universidade de Boston, o pedido de perdão contém “três passos básicos par obter perdão. Primeiro, deve-se assumir a responsabilidade pelo erro. Segundo, é preciso repudiar claramente esse erro, mostrando que não se pretende repeti-lo. Terceiro, deve-se exprimir o arrependimento pela dor causada ao próximo.” O que é hoje descoberta da pesquisa e conquista da ciência, o Catecismo da Igreja já o proclama, há milênios, ao apresentar as exigências para que o fiel, ao recorrer ao Sacramento da Penitência, obtenha o perdão dos pecados cometidos contra Deus e contra o próximo. Com efeito, para que esse Sacramento produza seus efeitos, exigem-se atitudes que levem o penitente à mudança de vida e à reconciliação: Contrição (reconhecimento dos pecados); Confissão (revelação, perante o confessor, desses pecados, “por pensamentos, palavras e obras”); Absolvição (recepção da perdão dos pecados confessados); Satisfação (reparação dos pecados cometidos, não os repetindo, deliberadamente). Como penitência, o confessor impõe uma pena ao penitente, correspondente, “na medida do possivel, à gravidade e à natureza dos pecados cometidos.”
Escrito por Dom Genival Saraiva
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