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JOVENS UNIDOS NA SANTÍSSIMA TRINDADE

Amar com acolhida e maturidade: É permitir que o outro seja o que é



Em meio ao mundo exigente e extremamente rápido (corrido…) em que vivemos atualmente, é fato que as pessoas acabam se tornando cada vez mais inclinadas a ser intolerantes, impacientes e propensas a rotular as outras. Sufocados por tantos dilemas e exigências, poucos conseguem ter a devida paciência para com os demais e muitos, se não alcançam respostas imediatas em um relacionamento (nos mais variados âmbitos), acabam desistindo das pessoas que deles buscavam se aproximar.
Descobrir alguém leva tempo. E quando nos tornamos superficiais demais, desistindo facilmente diante do primeiro desencanto, acabamos por perder a feliz oportunidade de descobrir pessoas maravilhosas. Não é porque a pessoa não sorriu como quereríamos ou porque tenha um defeito latente, que temos o direito de encarcerá-la em um rótulo infeliz.

Acredito que todos queiram ser bons e felizes, e todos lutam por isso. Pode ser que não sejam compreendidos assim – ou não se percebam assim -, mas, no fundo, buscam isso. Pode ser que palavras inicialmente ásperas sejam, no fundo, o pedido de socorro de alguém que recebeu pouco amor na vida e que, desesperadamente, pede que o ensinemos a amar.
Pode ser que as atitudes que mais o irritem em alguém sejam a prova do esforço profundo de um coração querendo sinceramente fazer o bem, e que nisso precisa ser estimulado/ensinado, para assim poder revelar suas melhores potencialidades.

Mesmo que o amor que recebamos não seja do jeito tínhamos buscado ou idealizado… mesmo assim é amor. Os gestos e iniciativas de amor que possam soar repugnantes para nós, podem ser o tudo do que o outro pode nos dar no momento. Precisamos aprender a acolher o que as pessoas conseguem oferecer hoje, valorizando o que elas nos oferecem.
Não podemos ser cruéis a ponto de destruir em nós aqueles que não se acomodam aos nossos estereótipos e expectativas infantis.

O verdadeiro amor se expressa em um acolhimento que permite ao outro ser simplesmente o que é, sem precisar representar para nos agradar e, assim, ser aceito. Amar é acolher e buscar compreender (o que não é fácil…). Dessa forma será possível permitir que o outro, neste universo de verdade e liberdade, se revele, expressando o amor como sabe, pois só desse modo este poderá aprender – a partir do amor/acolhida que recebeu – a melhor forma de amar e se ofertar.
Eis o desafio: amar com acolhida e maturidade, sem exigir que o outro se transforme em uma representação fiel do que “estabeleci” como verdade e valor! Assim as pessoas poderão ser, de fato, pessoas ao nosso lado – em vez de coisas –, e na verdade do que recebemos e ofertamos, poderemos também nós nos tornar melhores, sem a exigência desumana de precisarmos nos alienar para ser aceitos.

Diácono Adriano Zandoná
verso.zandona@gmail.com

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Testemunho ex-pastor Sidineh - convertido por Nossa Senhora

Sou o ex-pastor Sidineh Wosterque, que há mais de dez anos testemunho minha história com Nossa Senhora.

Foto: Robson Siqueira


Apesar da reforma, nós sabemos que Martinho Lutero, quase morreu com um terço na mão, foi ele quem fez uma das mais belas reflexões sobre o Magnificat. A obra que Deus realizou em Maria não poderia ficar escondida, assim como sua presença na minha vida. Já viajei por todo o país dando o meu testemunho.


Nem os maiores exércitos podem fazer algo contra o demônio, porém Maria é aquela que esmaga a cabeça da serpente!

Pela intercessão de Nossa Senhora hoje sou católico. Vou contar-lhes um pouco da minha vida, antes de ser missionário da Igreja Católica. Antes vamos à Palavra e Deus Lucas 1,35: “O anjo respondeu: 'O Espírito Santo descerá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer será chamado santo, Filho de Deus'”.



>>>>>>>>>::Ouça na íntegra o testemunho de Sidineh Wosterque<<<<<<<<<<



Quero citar um dos motivos pelos quais devemos dar um espaço maior a Virgem Maria em nossa vida. Quando falamos de Maria, a partir da Palavra de Deus, o diálogo muda, começa a ter fundamento. Nossa Senhora é a mulher da glória do Senhor. Na anunciação do Anjo vemos a glória de Deus sendo manifestada.

Os padres da Igreja, teólogos e o próprio Concílio Vaticano II chamam Maria de a "Nova Arca da Aliança", porque nela foi concebido o Filho de Deus, de forma clara e palpável. Na Arca da Aliança estavam as tábuas da Lei (encarnada), a própria lei. Também estava o Maná que sustentou o povo, por isso não podemos excluir Maria da nossa espiritualidade, pois dentro dela esteve o Alimento Vivo. Ainda estava na arca o bastão do sumo sacerdote, nela estava o próprio Sumo Sacerdote: Jesus Cristo.




A fé da Igreja é cristológica, a janela da qual vemos Maria é o próprio Jesus Cristo, eis porque Maria não pode ser excluída do nosso horizonte. Onde está Maria, com toda certeza, está Jesus Cristo, por isso temos que ser católicos em todos os lugares e situações, levar Jesus por onde formos e assim também levamos Sua Mãe e a devoção mariana aonde formos.



Transcrição e adaptação: Cris Henrique

As qualidades de um líder cristão

Por falta de visão o povo vive sem freios



Certa vez, meu bispo perguntou–me por que um determinado grupo de oração na diocese atraía tanta gente. Eu respondi que era porque ele tinha um programa bem planejado para o ano inteiro e também um notável coordenador, apoiado por um núcleo unido e cheio de dons.


Um líder cristão deve ser, sobretudo, um homem ou uma mulher de visão, assim como toda a congregação religiosa começou com uma pessoa que teve a visão do que Deus queria que ele ou ela fizesse, e que depois atraiu as pessoas a trabalharem juntas para implementarem essa mesma visão, que depois foi realizada por intermédio de uma variedade de obras e de instituições. Infelizmente, tem acontecido hoje que só as obras e as instituições permaneceram, enquanto o espírito da comunidade foi se enfraquecendo gradualmente e aquela visão do início se tornou há muito tempo uma relíquia do passado.



Um líder precisa ter, obviamente, o poder de liderar, de atrair outros para acompanhá–lo, tanto pelo que diz e faz como pelo que ele é, como os fundadores de nossas congregações religiosas. Mas, isso por si só não é o suficiente, porque o poder pode corromper e um líder pode tornar–se como nossos ditadores modernos ou chefes de seitas, que levam os seus seguidores à destruição em massa e até mesmo ao suicídio em massa. Mas, um líder deve ter também a humildade de um seguidor, suficientemente gentil para reunir pessoas ao redor dele, fazendo–as sentir seu valor e motivando–as a trabalhar juntas, delegando–lhes seu poder.


Isso é bem diferente de muitos grupos cristãos que continuam se multiplicando feito cogumelos, por causa de uma luta interior de poder e da falta de coerência interior. Acima de tudo, um líder precisa ser uma pessoa de visão e de discernimento, que não apenas tem seus "seguidores" atrás dele e com ele, mas que também os conduza confiante e alegremente para o que está à frente dele: o Reino de Deus e Sua Glória, pois "por falta de visão o povo vive sem freios" (Prov 29,18).


Portanto, o que torna autêntica a visão de um líder para o trabalho de seu grupo de oração ou de seu ministério para a liderança de seu núcleo e para ele mesmo em sua posição como líder principal é o carisma de discernimento. Este é um dom do Espírito Santo pelo qual a pessoa tem a capacidade de discernir se as mensagens e as visões, as decisões e as ações que afetam o trabalho do grupo ou do ministério, e as vidas pessoais de seus membros, estão de acordo com a vontade de Deus, embora pareçam muito santas e religiosas. É preciso se questionar: São verdadeiramente inspiradas pelo Espírito Santo ou são resultados de preconceitos pessoais, gostos ou desprezos, trazendo à tona o que é apenas do espírito humano, ou até da influência do espírito malígno sob o disfarce de um anjo de luz? O próprio apóstolo Paulo não se surpreendeu que mesmo satanás coloque a máscara de um anjo de luz (cf. II Cor 11, 14).


Para se abrir ao carisma do discernimento e para crescer nele, o líder deve ser um homem ou uma mulher da Palavra. Como o Mestre, a Palavra feito carne, o líder deve de certa forma encarnar a Palavra de Deus em seus ensinamentos e decisões, pois, talvez a única Bíblia que muitos lerão ou ouvirão seja a "Bíblia aberta" que eles veem nele. Como líderes devemos nos comprometer em ler a Sagrada Escritura diariamente e, como a Santíssima Virgem Maria, guardá–la, meditá-la e deixá–la produzir frutos em nossa vida, tornando–nos sal da terra e luz no alqueire.

SER CATOLICO E BOM DEMAIS - PADRE ROGER LUIS

VÍDEO COM O PADRE PADRE ROGER LUIS

SER CATÓLICO É BOM DEMAIS - PE. ROGER LUIS
 
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